Lembrando Cabelouro
19 de maio de 2026
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O FOQUINHA (40) – Jornalistas dos anos 80

O autor, entre Dídimo de Castro e Tomaz Teixeira, com jornalistas dos anos 1980. Seguem-se: Pedro Alcântara Nascimento, Paiva Igreja e Paulo Teixeira.

Bem, concluo hoje estas notas sobre as peripécias e lembranças do foquinha recordando os jornalistas que atuavam nas redações (jornal, rádio e TV) quando cheguei ao jornalismo, em 1980.

Com muitos deles vim a trabalhar depois e de vários, além de colega, me tornei amigo. São os nomes que me vêm à lembrança.

Começo a lista citando os dois jornalistas que me abriram as portas da imprensa: Francisco Leal e Herculano Moraes.

Outro nome de peso é o do então presidente do Sindicato dos Jornalistas do Piauí, Luiz Bello, sempre preocupado com a dignidade da profissão e a formação profissional.

Também atuavam com destaque na imprensa local os jornalistas Carlos Said, Dídimo de Castro, Genésio Araújo, Ernani Napoleão, Joel Silva, João Eudes (Bolinha), José Olímpio Leite de Castro, Nilson Sá, Paulo de Tarso Morais e Wilson Fernando (analista político).

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Outros jornalistas da época: Alberoni Lemos Filho, Alice Moreira, Chico Viana, Eudes Pereira, José Vieira Chaves, José Costa, Luiz Carlos Maranhão, Pires de Saboia, Pompílio Santos, Raimundo Cazé e Walteres Arraes.

Também estavam nas redações: Ademar Bastos, Antônio de Pádua, A. Tito Filho, Tito Filho, Gilberto Melo, Gil Costa, Gomes de Oliveira (Galego), Deusdeth Nunes (Garrincha), Gil Costa, J. Barros, José Eduardo Pereira, José Lopes dos Santos, Luiz Alberto Falcão Maurício José, Montgomery Holanda, Paiva Igreja, Paulo Fontenele, Pedro Mendes Ribeiro, Pedro Alcântara Nascimento, Pedro Alcântara Ribeiro e Weyden Cunha, 

Ainda: Arimatéia Azevedo, Arimatéia Moreira da Silva, o Jarimosil, criador do termo futebolísitco Rivengo, Fernando Mendes, Humberto Leal, Ismael Santana, José Fortes Filho, Lindberg Pirajá, Luís Borges, Iracema Santos Rocha, Maria D’Anunciação Carvalho (Maria Edite), Paulo Teixeira e Roberto John.

Carlos Augusto, Deoclécio Dantas, Fernando Mendes e Tomaz Teixeira já atuavam na política.

Elvira Raulino comandava a crônica social, composta ainda por Paulo José e Josias Clarence Carneiro da Silva (velha guarda) e Climério Lima, Mauro Júnior e Nelito Marques.

Os correspondentes eram Alberoni Lemos Filho (O Estado de S. Paulo), Chico Viana (Folha de S. Paulo), Paulo Andrade (O Globo) Wilson Fernando (Jornal do Brasil).

Na cobertura fotográfica, destacavam-se Carivaldo Marques (que estava virando diretor industrial do jornal O DIA), Antônio Soares, Antônio Costa, Dogno Içaiano, Fotoquinha, Ludimar Feitosa, Manoel Messias e Wagner Santos.

Fake-News

Carlos Dias, um sujeito genial, foi o inventor da fake-news, mas sem prejudicar ninguém.

Escrevia uma entrevista de página inteira, no estilo pingue-pongue (perguntas e respostas), sem conversar com o entrevistado e este ainda lhe agradecia pelas respostas.

Somente uma vez passou por um aperreio grande. Foi quando o delegado de Timon, injuriado com uma notinha publicada por ele, o fez engolir um jornal.

***

A partir do próximo domingo, começo a escrever sobre minha experiência profissional no rádio.

Voltarei aos tempos de jornal em outro momento.

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