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O FOQUINHA (37) – A equipe da SECOM

Palácio de Karnak, sede do Governo do Piauí/Imagem: Divulgação

(Publicado em 3/5/26)

Bem, como eu contava no domingo passado, o fotógrafo José Alves Ferreira, o Fotoquinha, procurou muito aflito o chefe de Gabinete da Secretaria de Comunicação, Ernani Napoleão, para solicitar sua dispensa da fictícia missão de cobrir a Guerra das Malvinas.

Imediatamente, o chefe de Gabinete fez ver ao fotógrafo que tudo não passava de uma brincadeira dos colegas da SECOM.

Aliviado, Fotoquinha retornou para a redação e tocou sua vida.

Se a memória não trai, foi o radialista e jornalista Weyden Cunha que inventou a história da tal missão para o Fotoquinha.

A equipe

Na redação da Secom, Weyden era um gozador incorrigível, juntamente com o radialista Eudes Pereira, assessor de imprensa da Agespisa.

Também integravam a redação da Secretaria de Comunicação, nessa época, os jornalistas Antônio de Pádua, Alice Moreira, Ary Ribeiro, J. Barros, Josemar Neres, José Costa, Paulo de Tarso Morais, Pedro Alcântara Nascimento e Ubirajara Dias (Biroca).

Éramos escalados com frequência para cobrir as solenidades no Palácio de Karnak e também as viagens do governador para o interior, além dos embarques e desembarques do governador no aeroporto de Teresina.

Os fotógrafos eram Dogno Içaiano, Francisco Gilásio, Fotoquinha e J. R. Marinho. Francisco Leal atuava no laboratório fotográfico, na revelação das fotos.

O Piauí ainda não dispunha de sua Faculdade de Comunicação. Os poucos profissionais que eram formados em jornalismo haviam estudado fora.

A equipe da Secom contava com o suporte de Paulo Vilhena e Conceição Lima, os dois únicos profissionais da casa formados em Comunicação Social – ele em jornalismo e ela em Relações Públicas.

Vários desses profissionais já vivem na saudade.

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