O FOQUINHA 28 – Os jornais do interior
1 de março de 2026
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O FOQUINHA 29 – Uma drástica mudança de rota

O autor na redação de O DIA, no início da década de 1980 / Imagem: acervo pessoal.

(Publicado em 08/03/2026)

Tudo ia bem no jornal O DIA, naquele início de minha atividade profissional, quando ocorreu a primeira mudança drástica de rota.

O jornalista Francisco Leal trocava O DIA, onde ocupava o cargo de editor-chefe, pelo jornal A HORA, que estava sendo reativado.

A HORA circulou pela primeira vez em 16 de agosto de 1971. Era um diário que tinha como diretor-presidente Luís Nódgi Nogueira e vice, Geraldo Castelo Branco. Eram ainda seus diretores: Paulo Henrique de Araújo Lima e Homero Castelo Branco. O editor-chefe era Wilson Fernando e o redator-chefe, Carlos Augusto.

O jornal nascia, naquele começo da década de 1970, para fazer oposição ao Governo Alberto Silva, que acabara de se instalar.

A volta

Mas A HORA desapareceu mais tarde e voltava a circular dez anos depois de sua fundação.

Nessa nova fase, o seu diretor-presidente era o jornalista e publicitário Lindberg Leite. Também figuravam como diretores os irmãos Paulo Henrique e Carlos Augusto de Araújo Lima, além de Genésio Araújo.

Sua nova sede funcionava na Rua Rui Barbosa, 762, perto da Avenida Campos Sales, zona Norte de Teresina, vizinho ao edifício-sede do Sebrae Piauí.

Chico Leal deixava O DIA para comandar a sua redação e me levou para sua equipe. Fui como secretário de Redação.

Para mim, foi um choque: saía de um grande jornal, o maior do Piauí, para um jornal pequeno, quase artesanal.

Domingo conto os impactos dessa repentina mudança.

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